quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Até tu, Demóstenes!
Segundo a Polícia Federal, existem cerca de 300 gravações de telefonemas trocados entre o senador Demóstenes Torres (GO), líder do DEM no Senado, que revelam, entre outras coisas, que ele pediu dinheiro e vazou informações de reuniões oficiais a Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar a exploração ilegal de jogos em Goiás. Um relatório com todas as gravações e outros indícios da ligação entre os dois foi enviado à Procuradoria Geral da República, pasmem, há três anos, mas Roberto Gurgel, chefe da instituição, não tomou qualquer iniciativa para investigar e esclarecer o caso. O mesmo documento aponta ligações comprometedoras entre os deputados Carlos Leréia (PSDB-GO) e João Sandes Júnior (PP-GO) com Cachoeira.
Fruto de uma investigação feita três anos antes da deflagração da "Operação Monte Carlo", o relatório mostra os vínculos entre Demóstenes e Cachoeira.
Numa das gravações, por exemplo, Demóstenes pede para Cachoeira “pagar uma despesa dele com táxi-aéreo no valor de R$ 3 mil”. Em outra, o parlamentar pede um jatinho emprestado. Numa terceira, queixa-se do seu iPad que deixou de funcionar, problema prontamente resolvido por Cachoeira, que providenciou outro novinho em folha. Antes disso, ele já presenteara Demóstenes com um fogão e uma geladeira no valor de R$ 30 mil. O documento informa também que o senador teria feito “confidências” a Cachoeira sobre reuniões reservadas sobre assuntos de segurança pública das quais ele participou no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. A partir de certo momento, os dois passaram a se falar por meio de um aparelho Nextel (tipo de telefone) “habilitado nos Estados Unidos”, e, portanto, imune a grampos.
O relatório dá a entender que Cachoeira e Demóstenes seriam parceiros no império do jogo desde 2006. A organização, amparada em oito mil máquinas caça-níqueis e 1,5 mil pontos de bingos, teria arrecadado nos últimos seis anos cerca de R$ 170 milhões. Um terço da dinheirama ficou com o senador, que fez do combate à corrupção a sua bandeira eleitoral.
Não é novidade pra ninguém que a maioria dos políticos chafurda na lama da corrupção. O que assusta é saber que homens como Demóstenes, que nem de longe parecia ser um deles, faça parte do mesmo chiqueiro.
quinta-feira, 22 de março de 2012
O homem voador
O engenheiro holandês Jarno Smeets realizou com sucesso a tentativa de voar como um pássaro. Usando "asas gigantes", Smeets conseguiu decolar e voar por 91,4 metros em um parque em Haia, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
sábado, 17 de março de 2012
Deputado Jean Wyllys prepara projeto de lei para legalizar a prostituição no Brasil
O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) está articulando a criação de um Projeto de Lei (PL) para regulamentar a atividade de prostituta no Brasil. A iniciativa de Wyllys baseia-se em projetos de lei semelhantes, como a legislação alemã, voltada para as profissionais do sexo, e também nos projetos de lei arquivados, dos ex-deputados Fernando Gabeira e Eduardo Valverde.
Segundo a justificativa elaborada para a proposição do projeto, a prostituição é uma “atividade cujo exercício remonta à antiguidade, e que, apesar da exclusão normativa e da condenação do ponto de vista dos ‘bons costumes’, ainda perdura”.
O deputado Jean Wyllys defende a criação da profissão de prostituta, pois a sociedade apesar de discriminar, utiliza-se das práticas da prostituição: “A mesma sociedade que desaprova a prostituição a utiliza. Essa hipocrisia e moralismo superficial causa injustiças, a marginalização de um segmento considerável da sociedade e também a negação de direitos aos profissionais cuja existência nunca deixou de ser fomentada. Desenvolver a cidadania das e dos profissionais de prostituição caminha no sentido da efetivação da dignidade humana”, argumenta.
O projeto de lei prevê medidas de combate à exploração sexual infantil e diferenciação jurídica de casos em que prostitutas viajam voluntariamente ao exterior para desenvolverem a atividade e de casos em que mulheres são atraídas e transformadas em escravas sexuais.
Jean Wyllys argumenta em defesa do projeto afirmando que “o atual estágio normativo, que não reconhece os trabalhadores do sexo como profissionais é inconstitucional e acaba levando e mantendo esses profissionais no submundo, na marginalidade. Precisamos resgatá-los para o campo da licitude”, diz o deputado, segundo informações em seu site. Participam da elaboração do projeto integrantes da organização “Da Vida”, ligada às profissionais do sexo.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Como um cachorro pode acabar com um evento…
Estava tudo correndo bem… O dog estava quase completando a prova, impecável, quando… Oh no!
É tipo quando a gente precisa ir no banheiro durante o trabalho. =D
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Isso que chamo de correria do mundo atual.
